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Helberto Helder (1930-2015)
Hoje morreu o poeta.
Um dos maiores, dizem.
Talvez o único a viver enclausurado na dor da criação.
Onde as palavras se tornam corpóreas na transgressão do real.
Tocarão os sinos a rebate e a hipocrisia irá sentar-se à mesa dos comuns mortais, para lhe erguer estátuas e baptizar com o seu nome as ruas da cidade.
Por baixo das folhas do tempo só as palavras se farão eternas.