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Quinta-feira, 19.03.15

Teremos futuro na Europa????????

Se esta Europa persiste em ser a Europa da austeridade, da miséria, do desemprego, da selva capitalista, e pretende subjugar os povos do sul da Europa, favorecendo elites mercenárias e delinquentes, para conseguir os seus intentos, então esta não é a Europa que nos serve e o caminho é a saída.........outras convergências civilizacionais serão possíveis e sempre temos a possibilidade de uma comunidade económica com os Palop's e outros estados do sul da Europa.....assim é que não vamos a lado nenhum.....fomos vítimas de uma maquinação financeira mundial e seguimos vítimas do emergente imperialismo alemão.......Não, não nos serve esta Europa, nem este Euro, se não for invertida a estratégia europeia de esmagar a vida dos europeus do sul......então teremos de, fazendo internamente a justiça necessária, buscar novos paradigmas e novos horizontes...............

 

Francisco Colaço

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por Francisco Colaço às 20:07

Quinta-feira, 19.03.15

"Vocês são jovens, multipliquem-se".

"Vocês são jovens, multipliquem-se".

 

Ora, claro, e vão viver para debaixo da ponte, os que tiverem mais sorte num quarto na casa dos pais e ponham os meninos a trabalhar cedo, que o trabalho educa, saber ler, escrever e contar e ala que se faz tarde, a fazer-se pela vida.


Assim era quando os vossos pais eram jovens, tudo muito humilde, feliz e bem comportado. O tempo da casinha portuguesa, pão e vinho sobre a mesa, da alegria no trabalho, dos serões para trabalhadores.

Que saudades, que saudades, gente bem comportada, os que se portavam mal tinham o castigo merecido, claro, sem alardear grandemente, para não gerar revoltas...
E  tudo se acalmava, sem retorquir, nem contrariar as ordens dos governantes, esses sim, esclarecidos e educados para o superior interesse da nação.


Ora pois e neste caminho vamos, "temos os cofres cheios" , diz a senhora "ministra da fazenda", tal como dizia o outro que um dia caiu da cadeira.
O país está bem, o povo é que não.

 

Assim falava ela, até que rematou , " sobre o Varoufakis não sinto nada".
Aí é que eu me preocupei a sério. Está morta e ainda não deu conta.

 

jorgete

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por jorgete às 20:02
editado por Jorge Candeias às 21:16

Quinta-feira, 19.03.15

De cofres cheios... e bolsos vazios...

Momento lúdico, encerramento das jornadas da JSD, Maria Luís Albuquerque: "temos os cofres cheios".

 

É uma daquelas frases despudoradas que chocam de frente com a realidade do aumento da pobreza e do mal-estar social que sentimos entranhando-se em todos os poros do corpo.

 

Preferi, de longe, o segundo momento lúdico, quando a ministra nos diz, "Vão-se multiplicar!".

 

É menos educado, mas sempre é mais honesto... pois não tem feito ela outra coisa que multiplicar os portugueses. Multiplica os desempregados, multiplica os emigrados, multiplica os desamparados...

 

O Botas também tinha cofres cheios e um país de terceiro mundo.

 

Os cofres da Maria, são ainda assim, um bocadinho piores, em lugar de barras de ouro e divisas, tem por lá umas notas de crédito.

Temos os cofres cheios de dívida (225.885.000.000€ IGCP:Jan 2015) e os bolsos vazios.

 

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por Ricardo Gonçalves às 17:09

Quarta-feira, 18.03.15

O gato de Schrödinger

É só impressão minha ou a lista VIP de monitorização e alerta a consultas de certos contribuintes está cada vez mais parecida com o paradoxo do Gato de Schrödinger?

 

Está morta: 06 de Março - Governo: nega "lista VIP"

Está viva: 12 de Março - Sindicato: confirma "lista VIP"

Está morta: 16 de Março - Núncio: Não há lista, não há inquérito

Está viva: 16 de Março - Finanças: Inquérito sobre a lista

Está morta: 18 de Março - Director AT: Demite-se e não há lista

Está viva: 18 de Março - Visão: Gravações da lista...

 

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por Ricardo Gonçalves às 16:39

Quarta-feira, 18.03.15

Ah, e tal, e a segurança social não é viável

Da próxima vez que alguém vos vier com a sempiterna conversa de que a segurança social não é viável, lembrem-se de que essa mesma segurança social acabou de vender 900 mil ações da PT nas quais se fartou de perder dinheiro.

Bora fazer umas contas?

Diz o artigo que a SS comprou as ações a 5,39 euros cada. O investimento terá sido, portanto, de 4 milhões e 851 mil euros. Agora tê-las-á vendido a um preço médio de 0,6682 euros. Ou seja, conseguiu recuperar 601380 euros.

Ou seja...

Ou seja, voaram pela janela numa única operação, e deixem-me escrever isto por extenso, que vale a pena, quatro milhões, duzentos e quarenta e nove mil, seiscentos e vinte euros.

Agora façam vocês as contas a quantas pensões de sobrevivência, daquelas de 200 euros e picos, isto dava para pagar.

 

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por Jorge Candeias às 13:52

Terça-feira, 17.03.15

O Arquivo Morto

Sem grande surpresa a Presidência da República ou o reformado que ocupa o cargo, arquivou a petição que juntou mais de 19.000 assinaturas, pedindo a demissão do Primeiro-Ministro, por falta de requisitos. Tecnicidades...

 

Estava condenada à partida, porque a falta às obrigações contributivas do sujeito que criminaliza o comum dos contribuintes por dívidas de 3.500 euros e penhora sem apelo as casa das famílias, foi esclarecida quando "deu as explicações que entendeu". As "explicações que entendeu", não todas as explicações ou as explicações necessárias, apenas as que entendeu.

 

Se há coisa garantida em Cavaco é este cinismo retórico e chico-espertísmo, sempre com uma no cravo e outra na ferradura, para mais tarde, podendo ser confrontado com novo escândalo, desmentido ou crítica, poder reinterpretar livremente o que disse ou, o que nós, simples ignorantes não percebemos.

 

Ficámos a saber tratarem-se de questões "politico-partidárias", uns arremessos feios, daqueles feitos por políticos, essa turba asquerosa de gente a que Cavaco não pertence, cravando assim mais uns pregos no caixão da credibilidade da política.

 

E finalmente, deu-lhe um "certo cheirinho a eleições", decerto um cheirinho premonitório ou o tiro de partida para a catadupa de eventos que se seguiram: VEM, investimento em PPPs com fartura, espantosos crescimentos de 2% e o 3º ano consecutivo de viragem.

 

É pena nunca lhe ter dado o "cheirinho a regular funcionamento das instituições", quando a Justiça paralisa meses a fio e é cerceada ao cidadão comum, o ano lectivo começa no final do 1º período num sistema de ensino em cacos e nos hospitais os seus concidadãos morrem de austericídio crónico, nas filas de espera dum SNS levado à ruptura.

 

É pena os sacrifícios terem limites, mas nunca chegarmos ao limite dos sacrifícios, com o IMI a aumentar entre 35% a 40% este ano.

 

É pena tão triste figura presidencial, maestro e ombro amigo de um governo pior, numa altura tão crítica.
Foi mesmo a tempestade perfeita e é penoso vê-lo arrastar-se para o final do seu mandato, com muito "pivete a mandatário de campanha".

 

É pena o Palácio de Belém ter sido apenas o Arquivo Morto de inconstitucionalidades reiteradas, da esperança, da dignidade e da indignação das portuguesas e dos portugueses.

 

Mau, muito mau mesmo... Arquive-se...

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por Ricardo Gonçalves às 17:31

Segunda-feira, 16.03.15

Sobreviveremos?

A campanha eleitoral está aí, e em força. Ele é programas mirabolantes destinados a enganar papalvos, ele é um Cavaco que já não é presidente de coisa nenhuma, não passa de um comissário político ao serviço do seu partido, e se calhar acha (não acha nada; julga é que há por cá parvos que acham) que ao proteger e propagandear o governo dos seus amigos no estrangeiro, tirando da cartola alucinados crescimentos de 2%, não está a meter-se em "polémicas político-partidárias", ele é conferências organizadas de propósito para que possa vir cá um finlandês, uma espécie de Oli Rehn II, avisar para a "necessidade de prosseguir as reformas" e que se lixe que essas reformas tenham feito disparar a dívida que quem as fez dizia querer diminuir, e que importa que tenham destruído a economia que os mesmos afirmavam querer salvar, e que se danem os desempregados, os que já nem desempregados são porque entretanto desistiram, os emigrantes e os sufocados, e nas tintas para que a única reforma realmente feita tenha sido uma brutal transferência de capital dos setores produtivos da economia para a finança.

Eles estão com medo, estão com muito medo, e porque estão com medo vão massacrar-nos com propaganda daqui até setembro ou outubro. Estamos em março. Vão ser seis ou sete meses de propaganda contínua, de contínuas mentiras a dar conta da "viragem" que todos os números desmentem, a falar de "milagre económico" que só existe nas contas bancárias dos novos milionários que este governo gerou, todos os dias, a todas as horas, em cada telejornal, em todos os jornais, nas revistas e nas redes sociais.

Sobreviveremos? Conseguiremos manter-nos à tona dessa enxurrada de aldrabice?

Talvez. Mas só se pudermos contar com a ajuda de coisas como esta.

É que há coisas para as quais a única resposta realmente eficaz é a gargalhada.

 

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por Jorge Candeias às 21:01

Domingo, 15.03.15

RTP 2, “História a História”, pelo historiador Fernando Rosas

 “História a História”, nova série apresentada pelo historiador Fernando Rosas, ao domingo, na RTP2. Começa hoje, 15/3/2015

 

http://www.rtp.pt/programa/tv/p31317

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por jorgete às 19:26
editado por Jorge Candeias às 19:35

Domingo, 15.03.15

Corrupção e educação: dois temas no coração da política e da sociedade portuguesa

Dois temas do TEDExLisboa, 2014. Porque nem tudo passa pelos partidos políticos nem pelo que vem nos telejornais.

Temos mesmo de falar da corrupção. E do combate à corrupção. Falar entre nós, avançando mais que a simples audição de pensadores, é, por si só, praticar educação e sustentar a democracia. Na frente da luta por melhor e mais educação para todos e todas, dentro e fora das escolas e dos media, por uma sociedade mais justa e feliz.

Como diria o Sérgio Godinho, falando do Grande Capital... "está vivo em Portugal / e quem não o combate, é que dele faz parte!"

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por Maria José Vitorino às 16:05
editado por Jorge Candeias às 19:54

Sábado, 14.03.15

Marinho (perdido?) no seu labirinto

Vejamos se entendo.

Segundo a FOX News portuguesa (convém esclarecer de onde a coisa vem para a pulga ser logo firmemente instalada atrás da orelha), Marinho e Pinto, depois de ser eleito para o Parlamento Europeu e vir de lá chocadíssimo com os vencimentos dos eurodeputados (mas sem abrir mão do seu; era o que faltava!), depois de se ver eleito por um partido, tentar tornar-se dono dele, não conseguir e fundar outro, vem agora propor a criação de um "senado de 40 ou 50 membros." Porquê? Não sei. Até pode ser que Marinho tenha explicado, tal como é inteiramente possível que não. O certo é que a notícia não diz.

Até aqui nada existe de bizarro na ideia. Senados existem em muitos países democráticos por esse mundo fora, ainda que em geral se destinem a acolher um tipo de representação diferente daquela que é fornecida pelos parlamentos "comuns", as chamadas câmaras baixas. São particularmente comuns em sistemas federais, embora também haja casos, como o do Reino Unido ou dos Estados Unidos, em que se destinam exclusiva ou principalmente à representação das elites (a nobreza no caso britânico, os políticos teoricamente mais prestigiados no caso americano).

 

 

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por Jorge Candeias às 21:19



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